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Os 10 Sintomas da Beatlemania (diagnóstico)




por Leko Soares e Alysson Almeida

Em 2020 vivemos um dos momentos decisivos e mais tristes da humanidade desde 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial. Como ainda não temos uma cura para os malefícios do COVID-19, as entidades médicas e científicas continuam adotando como recomendação padrão o isolamento social como a melhor forma de nos prevenirmos e também, de não propagarmos a doença para pessoas que possam sofrer suas graves consequências.

Nesse momento em que nós, pessoas conscientes, temos nos fechado cada vez mais em nossos lares em quarentena, a arte em suas mais diversas formas de manifestação tem sido nossa companheira inseparável e portadora de alento para nossa saúde física e mental.

Pensando nisso, e propondo um contraponto a esse momento tão incerto, o beatlelogias.com resolveu elaborar uma lista com a identificação de 10 sintomas que te ajudará no diagnóstico preciso de um distúrbio do bem: A Beatlemania.
Bora lá saber em qual estágio você se encontra?

Ah, lembrando que, em caso positivo, o Dr Robert, supervisionado pelo Dr McCartney, providenciará seu atestado médico imediato para uma vida mais feliz!

1.          Você se lamenta profundamente por não ter vivido nos anos 60

Os anos 1960 foram o auge da humanidade pra você. Na moda, você entende quem eram os Mods e sente que se integraria perfeitamente à Swinging London. Pra você, 1963 foi um ano mágico e com certeza, ter 15 anos nessa época seria o que você faria se pudesse viajar em um DeLorean e voltar no tempo. Com certeza os anos da psicodelia e o Verão do Amor ainda mexem com você e você se lamenta profundamente sempre que pensa em Charles Manson. Sempre que assiste algum documentário ou filme que se passa nos anos 60, você espera que relacionem ao que os Beatles estavam fazendo naquela época. Enfim, você é um autêntico Sessentista, se não em idade, pelo menos em alma.

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2.          Você compra tudo que pode relacionado aos Beatles


Quando vai a uma livraria comprar algum livro infantil que a escola do seu filho recomendou, você acaba saindo de lá com algum livro relacionado aos Beatles. No Shopping, entre uma loja e outra, você se depara com aquele DVD de 10 reais de um show dos Beatles com 30 minutos em qualidade meia boca. Você sabe disso, mas acaba levando porque não ‘tinha aquele’ ainda. Na loja de roupas, leva qualquer camiseta que tenha alguma estampa com os Beatles ou mesmo somente o logotipo da banda. Quando não consegue achar, pede praquele seu amigo que tem uma confecção bolar umas camisetas dos Beatles pra você. E aproveita e leva umas almofadas e porque, não, uma máscara para se proteger durante a pandemia. 

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3.          Você enxerga Beatles em todas as coisas


Você já se pegou pensando como seria a música Pop atual sem os Beatles porque sabe, que, óbvio, 9 em cada 10 padrões da música atual existem por causa deles. Pra você é muito natural relacionar a música eletrônica atual aos loops de Tomorrow Never Knows. Mais claro que isso é se lembrar que o clipe do BTS que seu filho estava assistindo no celular nunca existiria sem Rain e Paperback Writer. É impossível pra você não relacionar as palavras “submarino” com “amarelo”, “Tour” com “Magical Mistery” e sempre que vê um ovo na dispensa lembra de “I am the Walrus”. Ah, e é claro que você usa o Carnaval, o Halloween e qualquer outra festa à fantasia como motivo para se fantasiar como algum beatle.

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4.          Você espera que todos ao seu redor reconheçam a importância dos Beatles


Pra você, discussões de qual a ‘melhor banda de todos os tempos’ só fazem sentido quando os Beatles são hors concours, assim como o Pelé no futebol e Michael Jordan no basquete. Como no sintoma anterior, pra você é tão óbvio a influência dos Beatles na moda, no comportamento e na música, que fica abismado quando algum colega não enxerga as referências óbvias de que os FabFour inventaram ou fizeram primeiro tudo aquilo que a ‘melhor banda dele’ fez e, por isso, deveriam ser reverenciados pelo seu colega sabidão e proibidos de entrar nesse tipo de competição.

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5.          Você fica P*#$ quando lê ou ouve alguém atacar algum beatle.

Ouvir a frase: “Ringo deu sorte e não tocava nada” pode ser a senha para uma virada de humor no seu dia ou uma discussão que pode levar horas em algum fórum de “pseudo” entendidos em música. O mesmo pode acontecer quando alguém acusa o John de ser um hipócrita por lutar por causas nobres enquanto vivia uma vida luxuosa. Você sabe muito bem que todo esse luxo veio do seu trabalho árduo e que mesmo assim não se acomodou na sua condição de artista e usou sua projeção para lutar por causas maiores. E pior, você fica profundamente chateado quando atacam a Yoko Ono como a responsável pelo fim da banda. Conhece a carreira artística dela e curte o “Fly” porque sabe que é música avant-garde (ainda que nunca tenha conseguido ouvir o álbum inteiro mais de uma vez).

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6.          Você conhece a história por trás de cada música dos Beatles

Você costuma ouvir os álbuns sem pular nenhuma faixa, né? Confessa aí que já bateu aquele remorso quando você pulou “A Taste of Honey” ou “Wild Honey Pie” naquele sábado à tarde. Gargalha toda vez que ouve a versão de “And your Bird Can Sing” do Anthology 2. Conta Sugar Plum Fairy ao invés de 1,2,3 como John em “A Day in the Life”? Não entende porque raios “Not Guilty” não entrou no “White Album”, mesmo já lendo várias vezes sobre o real motivo? Conheceu Karlheinz Stockhausen por causa do Sgt Peppers? Você é daqueles que ouve “Revolution 9” sempre que toca o White Album e consegue encontrar sentido nela? Seu estágio de beatlemania já é quase incurável a essa altura.

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7. Você tem ou já teve um site ou banda cover dos Beatles


Você escreve sobre os Beatles em um site como esse ou tem um grupo dedicado aos Fab4 no facebook. Já montou uma banda de cover dos Beatles ou foi ao show de várias, inclusive aquela do seu amigo que nem era cover de Beatles, mas teve que tocar 5 músicas no repertório só pra te agradar? Já cansou sua família no videokê da festa de fim de ano, cantando Twist and Shout e Yesterday muitas vezes seguidas porque eram as únicas do videokê do seu tio que só gosta de Sertanejo?

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8. Você já leu três ou mais livros sobre os Beatles


Bob Spitz, Steve Turner e Hunter Davies são nomes familiares pra você, né? Ficou bem triste quando Geoff Emerick faleceu e tem intimidade com o repertório da “The Quarrymen”. “In Spite of all the Danger” pra você é tão hit quanto “Love Me Do”. Não entende como Stu Sutcliffe, Pete Best, Klaus Voormann e Astrid Kirchherr não são tão conhecidos por admiradores dos Beatles (não beatlemaníacos) como George Martin e Brian Epstein. Ah, e é lógico que vc pegou birra da Decca porque recusaram os 4 garotos de Liverpool no começo.

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9. Você se interessou pela cultura oriental por causa dos Beatles

Já fez meditação e Yoga por causa da sua simpatia por George Harrison. De vez em quando, acende incensos em casa e escuta Ravi Shankar e artistas indianos similares enquanto lê algum artigo ou livro sobre filosofia hindu ou budismo. Se você toca, aprendeu aquela escala menor harmônica só pra dar um toque oriental nos seus solos. Um de seus sonhos é conhecer a Índia e tirar uma foto em frente ao Taj Mahal. Ah, claro que nem precisa dizer que você já incorporou o mantra “Jai Guru Deva Om” nas suas sessões de meditação aos fins de semana.

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10. O Décimo e derradeiro sintoma: deixamos para vocês que passaram pelos nove anteriores acrescentarem ao seu auto-diagnóstico e concluírem em qual estágio de beatlemania se encontram atualmente.

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O Doutor Robert já vai falar com vocês na sala ao lado!
Tenha um bom retorno e #ficaemcasa!

Diagnósticos (segundo a Escala Universal de Beatlemania do Dr. Robert)

0 pontos: Mané Alienado – Você nunca ouviu falar sobre os Beatles e acha que os anos sessenta estão tão longe de você e que isso é coisa de velho.
Tratamento: Para você que provavelmente nunca teve em suas mãos um só disco dos Beatles (ou de qualquer outra banda ou artista), o Dr. Robert lhe prescreve a audição de toda obra dos Beatles, sete vezes por semana, pelo menos uma vez ao dia. E, entre as refeições, convém pegar um livro para ler e sair um pouquinho da internet.
Prognóstico: Negativo. Mas, com muita dedicação, pode ser que haja salvação.

De 1 a 10 pontos: Bobo, Mas Nem Tanto – Você já ouviu falar dos Beatles, mas só conhece Twist and Shout e acha que a outra música mais famosa dos Beatles é Imagine.
Tratamento: Sabe aquelas coisas que ficam debaixo do aparelho de som dos seus pais, tios ou avós? Então! Elas se chamam discos e também vêm em versões menores chamadas CD e Fita K7. Pegue qualquer um deles e siga o seguinte ritual diariamente: Admire a capa, leia o nome das músicas, observe a data de lançamento e os coloque para tocar e, dê preferência aos discos dos Beatles. Convém, também, você mostrar aos seus parentes mais velhos que você está saindo da caverna escura que é a sua vida.
Prognóstico: Indeterminado. Porém, aos poucos, há um claro sinal salvação e um novo horizonte de experiências a se abrir na sua vida.

De 11 a 50 pontos: Iniciante Determinado – Você até tem uma quedinha pelos anos sessenta e já está se apoderando da coleção de discos dos seus parentes mais velhos. Você já sabe o nome de cada beatle e de algumas músicas de cor e, muito provavelmente, já está começando a arranhar algum instrumento musical.
Tratamento: Continue consumindo Beatles diariamente em todo o momento que você puder. E, pelo menos, uma vez ao mês leia um livro sobre o tema ou consuma indiscriminadamente todos os volumes do Anthology dos Beatles (tanto em DVD quanto em CD) e, sempre que possível, mostre a sua evolução aos seus amigos na hora de tirar aquela música marota cheia de pestanas que nenhum deles ainda não sabe fazer.
Prognóstico: Animador. O paciente quando chega nesse estágio tem forte tendência a evoluir para os dois próximos – é um caminho sem volta!

De 51 a 89 pontos: Manja Muito – Você já consumiu tudo que passou pelas suas mãos de maneira voraz e indiscriminada. Sabe tudo de música dos anos sessenta, cita todo contexto histórico que envolve desde o Rock and Roll dos anos 50 até o desbunde psicodélico dos Movimento Hippie do final dos anos 60. E tem os Beatles como uma de suas bandas de cabeceira.
Tratamento: Tente consumir músicas de outras décadas, mas sempre tentando perceber a influência dos FabFour nelas. É recomendável a busca por bootlegs e versões alternativas e/ou comemorativas dos discos que você já sabe de cor e salteado. Pelo menos uma vez por semana tente transferir os seus conhecimentos aos mais jovens e instiga-los a trilhar o mesmo caminho que você trilhou. Mas, sempre explicando-lhes que isso nunca acaba e que mesmo assim a vida deles será melhor e mais cheia de sentido.
Prognóstico: Positivo. O paciente desse estágio já compreende todo mundo a sua volta e atribui aos Beatles a sua imersão no mundo da literatura, música e cinema. O que te segura ainda nesse estágio talvez seja somente a sua pouca idade.

De 90 a 100 pontos: Guru Beatlemaníaco – Você é aquele cara que já goza de boas experiências de vida e a quem todo mundo recorre e reconhece quando quer saber alguma sobre Beatles, sobre música, literatura e artes de uma forma geral. O seu colecionismo já passou das barreiras do aceitável e o seu maior problema agora, além de encontrar coisas que você ainda não tem é achar um espaço em casa para guardar tudo (de forma cronológica, alfabética e de importância).
Tratamento: Não há! O paciente desse estágio jamais se curará dessa ‘doença’ que é a busca constante por conhecimento sobre os Beatles, seus contemporâneos, seus influenciadores e todo mundo que foi influenciado por eles. Nesse estágio, também, o ciúme pelos itens da sua coleção é patológico. Porém, a sua vontade constante de passar adiante tudo o que você aprendeu e sabe a todo mundo é praticamente incontrolável e, por causa disso, muitos o acharão chato, esnobe e até arrogante de vez em quando. Mas, você não está nem aí para isso! Não é?
Prognóstico: Pleno. Mas, recomenda-se que você volta e meia retorne para ouvir, ler ou assistir novamente aquele item que você adquiriu quando tinha 14 ou 15 anos. No mundo a sua volta, muitos jamais te entenderão enquanto outros te tratarão com a devoção que você merece. Não se preocupe, afinal Pepperland é logo ali e não nada como uma noite de um dia duro após a outra!

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Observação importante: Se na maioria dos casos relatados acima você formulou para si mesmo as suas justificativas para o item 10... O maior sintoma do vício é quando o paciente encontra justificativa em tudo para continuar fazendo o consumo. Cuidado e boa viagem… Roll up for the Mystery Tour!

Dr. Robert, MD.






Comentários

  1. Respostas
    1. Tô iniciante ainda segundo dr. Robert! Kkkkkkkkk tá ótimo kkkkkkkk

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    2. o importante é seguir o tratamento à risca que você logo chega no nível Manja Muito! Beatles Neles

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  2. Cara, cadê os outros comentários? Genial! Tirei 85! Ri muito com algumas frases do diagnóstico! Parabéns!!

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    1. Que massa que vc curtiu o diagnóstico. A matéria está um sucesso. Já passamos dos 500 views, mas a galera não comenta muito por aqui. Que fique sua dica: Vamos incentivar mais interação para as próximas!!!

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  3. Putz, pra mim NÃO TEM TRATAMENTO. (tô feliz (

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    1. Parabéns! Chegou no nível Guru. Mais uns anos e chego lá. Beatles Neles!!!

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